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sábado, 14 de abril de 2012

Renove a sua vida íntima

Algumas pressões psicológicas que tendem a aparecer após a união podem resultar em problemas sexuais

Banco de Imagem - amor, par. fotosearch 
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A passagem para uma vida a dois traz consigo algumas modificações na vida sexual de um casal. O casamento é um marco, não só em termos afetivos como também sexuais. Nos tempos que correm, muitos pares mantêm uma vida íntima ativa, durante anos, antes de darem este passo. Mas, ainda assim, quando um casal já se conhece bem sexualmente, algumas pressões psicológicas tendem a aparecem após o casamento e a resultar em problemas sexuais.
A pressão de uma boa performance sexual aumenta nesta fase. Enquanto são solteiros, ambos têm presente que, se algo correr mal, podem sempre terminar o namoro e partir para um novo relacionamento. Após o casamento, outros valores se levantam e já é mais complicado dar o assunto por terminado. Depois, há que contar ainda com os pressupostos de lealdade e fidelidade, com que nem todos são capazes de lidar e que podem ser um foco de grande pressão para homens e mulheres.

Iniciativa privada
A vontade de se ter relações sexuais num determinado momento não ocorre, de um modo geral, aos dois parceiros em simultâneo. Essa é uma decisão que envolve “negociações” e, na maior parte das vezes, a iniciativa é tomada de forma indireta, por exemplo, com a sugestão de um banho ou uma sesta. Para evitar a rejeição, muitos casais optam por clarificar o momento, combinando dias específicos da semana. E, apesar de, hoje em dia, a mulher ter um papel ativo, é ainda o homem que toma mais vezes a iniciativa: em 80% das vezes o primeiro passo é mesmo dado por eles.

Quantidade e qualidade
Uma das grandes dúvidas que se colocam é a frequência com que será “normal” o casal ter relações sexuais. Com o passar do tempo, é natural que o ato vá sofrendo alterações no capítulo da frequência. Apesar da falta de dados sobre o assunto, diversos estudos apontam para que, após o casamento, um par na casa dos 20 anos, tenha relações, em média, três vezes por semana. Depois, a frequência baixa com a idade. Mas devagarinho: um estudo americano revelou que entre casais na casa dos 50 anos, a frequência era ainda de uma vez por semana. Existem, obviamente, grandes variações a estes números. O mesmo estudo dava também conta de uma pequena percentagem de casais que não tinha tido sexo nos 12 meses anteriores. E porque a qualidade também é importante, a sondagem incluía uma pergunta sobre quanto tempo os casais dedicavam ao ato: apenas 9% fazia amor durante mais de uma hora, contra 16% que não ultrapassava os 15 minutos.

Vencer a rotina
Muitas são as razões que podem estar na origem de uma quebra na frequência de relações sexuais entre dois indivíduos casados. É natural que, à medida que a outra pessoa seja mais e mais familiar, seja menor a excitação. E para agravar a situação, com os dois parceiros a trabalhar, não é fácil conjugar a vida familiar – e íntima – com a profissional. E, por fim, mas não menos importante, há que considerar a chegada de filhos. Cabe aos casais tomarem medidas para vencerem a rotina e o aborrecimento na cama.

Na cama sem tabus
Longe vai o tempo em que determinadas práticas sexuais não eram incluídas no repertório de duas pessoas casadas, por serem consideradas pouco próprias de uma mulher honrada. O sexo oral, por exemplo, já passou a ser frequente. Um estudo norte-americano revela que mais de 70% dos casais não dispensa o cunnilingus e o fellatio. No que diz respeito ao sexo anal, são menos os adeptos, mas, ainda assim, estima-se que cerca de 20% dos casais adiram regularmente a esta prática.


Ler mais: http://activa.sapo.pt/tv/sexo/2012/04/13/renove-a-sua-vida-intima#ixzz1rvS3OdGr

quarta-feira, 21 de março de 2012

férias...

Já ando a pensar nas férias....(não que precise por trabalhar imenso...muito pelo contrário...aqui é tudo a passo de lesma....) mas mais para sair deste ambiente deprimente!

Faça nas férias o que não faz o ano inteiro!

Banco de Imagem - azul, caucasiano, 
roxo, mulher, 
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Livre de horários e de mil e uma obrigações, aproveite estes dias de lazer para fazer o que lhe apetece. Lembre-se: está longe dos colegas, dos chefes, em família ou com amigos, e não tem de se preocupar com aquilo que parece bem

1 - Este é o momento ideal para andar como bem lhe apetece
2 - Desligue o telemóvel.
3 - Que prazer é acordar sem o irritante despertador!
4 - Tem uma mãe/sogra que adora os netos?
5 - Não use relógio!
6 - Tem marido ou namorado?
7 - Dê-se ao luxo de não pegar nas panelas durante os dias de descanso.
8 - Se costuma acordar tarde e não tem grande vontade de ir ao restaurante, eis uma boa solução: compre uma daquelas saladas já cortadas e lavadas.
9 - Nós, mulheres, no que diz respeito à moda somos umas privilegiadas: podemos andar a chinelar o ano todo, que ninguém liga.
10 - Tem espírito de aventura? Parta sem destino marcado e vá ficando por diversas terrinhas.
 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

25 coisas de que nunca nos devemos sentir culpadas

Vi este  tema na Activa e achei engraçado.....
vim partilhar com vocês....
Banco de Imagem - mulher, juggling, 
maçãs, pomar. 
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As mulheres sentem-se muito mais culpadas do que os homens. Habituaram-nos desde pequenas a sermos perfeitas. Mas não vale a pena mesmo sentir-se culpada por...
1 - Pedir de volta aquele livro que emprestou à sua amiga e que ela nunca mais devolveu e nem sequer leu.
2 - Dar uma gargalhada daquelas em que toda a gente se volta para trás a pensar que o circo já chegou à cidade.
3 - Não saber preencher a papelada das Finanças (ninguém sabe, a não ser que tenha andado 5 anos no curso de Notariado).
4 - Deitar fora aquela jarra horrorosa, embora tenha sido presente da sua queridíssima tia Júlia.
5 - Comprar uns brincos que achou bonitos, embora não precise deles para sobreviver.
6 - De vez em quando, dar pizza congelada às crianças porque não está para fazer jantar.
7 - Não ir a uma festa só para ficar em casa de pijama a comer muesli e a ver o 'Casablanca' muito mal gravado.
8 - Ir ao ginásio todos os dias (não ligue à dor de cotovelo alheia) ou nunca pôr lá os pés (quem sabe do seu coração é você...).
9 - Deixar a loiça por lavar e a casa por arrumar para ficar a dar banho à Barbie com a sua filha.
10 - Não lhe apetecer dar banho à Barbie com a sua filha.
11 - Apaixonar-se pelo homem errado. Mas cuidado com o que faz com ele...
12 - Dizer à mãe que estava na parte de 'vestidos' do Meco .
13 - Embirrar com um tipo só porque não gosta da cor da camisa dele.
14 - Preferir o Roberto Carlos ao último grupo de metálica islandesa.
15 - Dizer que tem 35 anos até fazer 94, caso em que passará a ter 34 para rimar (ninguém tem nada a ver com a sua idade).
16 - De vez em quando, beber aquele copo fatal de sangria depois do qual começa a dizer ao Rui que sempre achou deprimente a forma como ele sorvia a sopa entre os dentes da frente, que por acaso são tortos (mas é melhor voltar de taxi para casa).
17 - Não lhe apetecer nada fazer o 49 , recebê-lo à porta só com Chanel nº 5 ou ter escaldante sexo no telhado como todas as revistas acham que deve fazer.
18 - Lembrar-se da letra de todas as canções dos Beatles ou das Sugar Babes, embora não se lembre do que é que comeu ontem ao almoço.
19 - Devolver o bife no restaurante porque estava frio.
20 - Pedir à pessoa do outro lado do telefone para falar um bocado mais alto e mais devagar.
21 - Não achar nenhuma graça àquela parte dos '102 Dálmatas' em que a Glenn Close se transforma em bolo, embora as crianças rebolem a rir.
22 - Não estar em casa quando vêm ler a água ou arranjar a TV Cabo ou a máquina de lavar a roupa.
23 - Apetecer-lhe que a Letizia Ortiz tivesse pelo menos uma borbulha no queixo.
24 - Usar a t-shirt com bonecos da sua filha mais velha.
25 - Rapar o prato. Ou pior: a tigela.

Ler mais: http://aeiou.activa.pt/belezaesaude/bemestar/2011/09/26/25-coisas-de-que-nunca-nos-devemos-sentir-culpadas#ixzz1gykZJR6y