sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Devolvidos

Outro tema interessante da revista Happy Woman!

O tabu: elas escolheram a maternidade, tiveram filhos, mas voltaram atrás.

....a verdade é que há quem «devolva» os filhos - às vezes de forma «legal», outras vezes de forma «dissimulada».

...Depois de anos a tentar engravidar sem êxito e perante o desgaste....partimos para a aventura de adoptar um rapaz. Foi-nos proposta uma criança de 5 anos......houve logo uma empatia entre mim e ele, o memso não se passou com o meu parceiro...A criança era problemática,....o meu marido alienou-se completamente, só apontava defeitos à criança......Devastada, prestes a separar-me, "abortei" e expliquei à instituição que de facto já não tinha condições para ser a mãe que ambicionara ser.



Qual a vossa opinião?


6 comentários:

Anónimo disse...

Bom dia..
adoptar uma criança já crescida não deve ser fácil a adaptação , mas até nós que temos os nossos filhos quando eles crescem , temos conflitos e não é por isso que os vamos deitar fora ( falando de pessoas normais ). mas eu vou mais longe com um caso que conheço.

este senhor casou com a sua paixão de uma vida depois de ambos já terem tido outras relações e filhos, mas a senhora tinha a tutela da netinha com 2 anos na altura( pais faleceram ) em que casaram e a criança viveu com eles , ao fim de uns 4 anos a senhora faleceu , ele ficou com a criança que era como filha até o nome dele tinha,mais tarde ele conhece uma miúda ( diferença de idade entre ambos 35 anos) ela não aceitou nunca aquela criança , o casal teve filhos e aquela menina que foi crescendo era a gata borralheira la de casa , chega a adolescencia e mete se em problemas como tantos outros , problemas com policia , sabem qual foi a atitude dele quando foram a o tribunal, entregar a uma instituição , na altura ela tinha uns 15 ou 16 anos , foi institucionalizada.e então faz se ? é um traste aquele senhor não passa disso, por isso tem 2 filhas do primeiro casamento que nem para ele olham.um homem com uns 68 anos não tem nada!!
amiga F.

Timtim Tim disse...

Por essas e por outras é que os processos de adopção têm de ser muito bem analisados. Eu, por exemplo, adoraria adoptar mas o meu marido nem sequer põe a hipótese. Tem de haver um rastreio muito apertado.

Green disse...

Por vezes a instabilidade ou a divergência de quereres faz isso, infelizmente é assim mesmo, só gostar não chega para manter uma relação.

P.A. Santos disse...

Infelizmente existem casos tão tristes na nossa sociedade e as vítimas são sempre os mais fracos: as crianças.
Espero que quem adote uma criança, a ame verdadeiramente e seja um exemplo de amor e educação para essa criança.
Beijinhos e bom fim de semana, Estrela!

Cláudia disse...

Bem, assunto polémico.
Não sabia que isso era possível sequer.

Também devia haver um período de experiência vá. Soa mal mas é um facto.

Beijocas

redonda disse...

Infelizmente também tive conhecimento de casos assim. Muito importante que num casal os dois queiram mesmo adoptar e que se consiga descobrir quando não é assim, para que a criança não sofra.